musculação e esportes
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Musculação e o futebol
Até a década de 80, musculação era um tabu na preparação física nos times de futebol, pois acreditavasse na época que os jogadores ficariam sem mobilidade, perderiam agilidade e ficariam muito encorpados para a pratica do esporte.
Com o passar dos anos e maiores estudos, a lógica inverteu-se completamente e a musculção é hoje um dos quesitos primordiais de um bom trabalho de preparação física. Os exercícios servem para proporcionar aos atletas melhoras de performance em capacidades física como força muscular, resistência aeróbia, anaeróbia, potência, velocidade, características excenciais para a prática dessa modalidade esportiva.
Como consequencia também ajudam na prevenção de lesões ligadas ao esporte e são de extrema importancia no processo de reabilitação física após longo período de inatividade em função também de uma lesão.
Exercícios mais utilizados no futebol:
O agachamento com barra é um exercício ótimo para as pernas, quando feito adequadamente, como ocorre com todos os exercícios composto para as pernas. A criação de um ângulo de 90 graus entre a coxa e a perna não é necessária para que o exercício ofereça benefícios, pois nem todo mundo apresenta a mesma amplitude otimizada de movimentos.
A flexão dos joelhos deitados de bruços no aparelho é um exercício de deslocamento monoarticular, projetada para o trabalhar o posterior de coxa. Esta versão de flexão de joelhos deitados de bruços é uma ótima alternativa para as pessoas que apresentam flexibilidade limitada dos posteriores de coxa.
O exercício de cadeira extensora é um exercício de deslocamento manoarticular projetada para trabalhar os quadríceps já que a extensão do joelho é necessária para a pratica de exercícios compostos da perna, como os agachamentos leg press e avanços e considerando a vasta quantidade de esforços que este exercício pode provocar nas articulações dos joelhos, ele pode não ser necessário ou apropriado para algumas pessoas.
Em todos os movimentos de mudança de direção e deslocamento lateral nos diferentes esportes, a musculatura adutora contribui juntamente com a musculatura abdutora da perna oposta, para a realização do deslocamento. Dentre estes esportes temos como exemplos o futebol o basquetebol e o handebol, o voleibol e o tênis. O fortalecimento da musculatura adutora contribui para a execução de diversos movimentos esportivos, mas a hipertrofia excessiva desta musculatura pode alterar a dinâmica do movimento dos membros inferiores.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Musculação aplicada aos esportes
É inegável a importância e necessidade da musculação quando aplicada
corretamente às diferentes atividades esportivas. Um atleta de qualquer
esporte reconhece o valor dos exercícios com peso no aprimoramento do
seu desempenho.
O
músculo é o motor do corpo, já a gordura acima do limite considerado
normal é a carga. Os músculos movem os atletas e, se estiverem bem
treinados, fortes e resistentes; moverão melhor e por mais tempo.
O ideal é trabalhar o corpo todo dando ênfase à necessidade muscular de cada esporte. A maioria dos esportes tem particularidades com relação aos grupos musculares mais exigidos em sua prática. Estes grupos devem receber atenção especial. Por exemplo: para jogadores de futebol, trabalhar com ênfase nos grupos musculares das coxas, glúteos, lombares, abdome e panturrilhas.
Depois de analisar os movimentos, músculos e articulações mais solicitadas em certa modalidade esportiva, deverá ser montado um programa de exercícios que mais se assemelham e que influenciam nos movimentos executados nos referidos esportes. Como exemplo vamos citar o remo. O remador deve trabalhar todo o corpo dando ênfase nas costas, braços, ombros e abdome. Sugerimos alguns exercícios como: puxador no Pulley, hiper extensões lombares, remada alta, remadas em geral, bíceps rosca direta, tríceps testa, entre outros.
O treinamento de musculação deve ser realizado com maior intensidade e freqüência longe das temporadas de competições importantes. Ao se aproximarem as competições, o volume e a intensidade do treinamento tem que ser reduzido recomendando-se apenas um programa de manutenção, com cargas menores e poucas séries.
Grande parte dos atletas se estressa por excesso de treinamento em época de competições. Se forem acrescentados treinamentos exaustivos com peso, os atletas provavelmente terão a sua performance ameaçada pelo "overtrainig". Já, se for feito um programa específico, levando em conta o nível de condicionamento dos atletas e as suas necessidades de acordo com o esporte que praticam, terão sem dúvida melhora no seu desempenho. Por isso, é muito importante ter o acompanhamento de um bom profissional, que tenha experiência e conhecimento sobre as atividades e intensidades as quais está submetendo os seus atletas.
Quando treinar com peso?
Preferencialmente nos dias em que não houver treinamentos específicos da modalidade que o atleta participa. Caso não seja possível, fazer a musculação horas antes ou depois do seu treinamento. A razão disto é que logo após um treinamento intenso de musculação, os músculos estarão intumescidos pelo fluxo sanguíneo, dificultando tarefas que exijam grande flexibilidade, velocidade e amplitude de movimento, voltando ao normal após uma ou duas horas. O alongamento e relaxamento podem ajudar no "descongestionamento" dos músculos e devem ser realizados.
Além deste trabalho de musculação, o atleta deve ser submetido ao treinamento de flexibilidade e atividades aeróbias diferenciadas para melhoria do seu condicionamento físico e superação de dificuldades e deficiências
O ideal é trabalhar o corpo todo dando ênfase à necessidade muscular de cada esporte. A maioria dos esportes tem particularidades com relação aos grupos musculares mais exigidos em sua prática. Estes grupos devem receber atenção especial. Por exemplo: para jogadores de futebol, trabalhar com ênfase nos grupos musculares das coxas, glúteos, lombares, abdome e panturrilhas.
Depois de analisar os movimentos, músculos e articulações mais solicitadas em certa modalidade esportiva, deverá ser montado um programa de exercícios que mais se assemelham e que influenciam nos movimentos executados nos referidos esportes. Como exemplo vamos citar o remo. O remador deve trabalhar todo o corpo dando ênfase nas costas, braços, ombros e abdome. Sugerimos alguns exercícios como: puxador no Pulley, hiper extensões lombares, remada alta, remadas em geral, bíceps rosca direta, tríceps testa, entre outros.
O treinamento de musculação deve ser realizado com maior intensidade e freqüência longe das temporadas de competições importantes. Ao se aproximarem as competições, o volume e a intensidade do treinamento tem que ser reduzido recomendando-se apenas um programa de manutenção, com cargas menores e poucas séries.
Grande parte dos atletas se estressa por excesso de treinamento em época de competições. Se forem acrescentados treinamentos exaustivos com peso, os atletas provavelmente terão a sua performance ameaçada pelo "overtrainig". Já, se for feito um programa específico, levando em conta o nível de condicionamento dos atletas e as suas necessidades de acordo com o esporte que praticam, terão sem dúvida melhora no seu desempenho. Por isso, é muito importante ter o acompanhamento de um bom profissional, que tenha experiência e conhecimento sobre as atividades e intensidades as quais está submetendo os seus atletas.
Quando treinar com peso?
Preferencialmente nos dias em que não houver treinamentos específicos da modalidade que o atleta participa. Caso não seja possível, fazer a musculação horas antes ou depois do seu treinamento. A razão disto é que logo após um treinamento intenso de musculação, os músculos estarão intumescidos pelo fluxo sanguíneo, dificultando tarefas que exijam grande flexibilidade, velocidade e amplitude de movimento, voltando ao normal após uma ou duas horas. O alongamento e relaxamento podem ajudar no "descongestionamento" dos músculos e devem ser realizados.
Além deste trabalho de musculação, o atleta deve ser submetido ao treinamento de flexibilidade e atividades aeróbias diferenciadas para melhoria do seu condicionamento físico e superação de dificuldades e deficiências
Corredores devem fazer musculação?
Se você visitar o Campo de Treinamento Nacional Queniano verá os melhores
atletas do mundo correndo altas quilometragens em altitude elevada. O que você
não verá será Moses Kiptanui ou Delilah Asiago
fazendo musculação. De fato, os quenianos são tão avessos à musculação
que ninguém nunca os viu fazendo isso. Viaje para a Etiópia e você verá uma
igualmente impressionante falta de musculação.
Porém,
aqui na América, a musculação é parte da cultura esportiva. Jogadores de
futebol, vôlei, etc fazem musculação. Por esse lógica, para serem atletas de
verdade, corredores deveriam fazer musculação também.
A pergunta é, musculação melhorará sua performance na corrida? A seguir
estão argumentos a favor e contra a musculação para corredores de fundo.
Por
que fazer musculação: A
musculação pode corrigir desequilíbrios e prevenir lesões. Além disso,
manterá a parte superior do corpo em forma, a qual não recebe muitos
benefícios da corrida e melhorará a estabilidade na região abdominal.
Musculação pode até melhorar sua economia de corrida, de modo que usará
menos oxigênio numa dada velocidade.
Por
que não fazer musculação: A musculação pode o fazer musculoso, e adicionará peso extra que terá que
carregar, além de enrijecer seus músculos e deixá-lo com lesão. Você tem
que ser magro sem nenhuma bagagem extra. Olhe para os vencedores da principais
maratonas do mundo e não verá ninguém com o bíceps desenvolvido.
Um estudo de 1994 na Universidade de New Hampshire encoraja fortemente a
musculação para corredores de longa distância. O fisiologista do exercício Ron Johnston
encontrou melhoras na economia de corrida depois de 10 semanas de programa de
musculação. A descoberta mais interessante foi que a economia de
corrida melhorou significativamente no grupo com musculação, mas não se
alterou no grupo só com corrida. A economia de corrida melhorou mais de 2% nas
3 velocidades de corrida usadas no estudo.
A economia de corrida determina o quanto rápido você pode correr a um
determinado nível de consumo de oxigênio. Uma vez que a quantidade de consumo
de oxigênio que você pode manter durante uma corrida é determinada pelo
limiar de lactato, sua economia de corrida realmente dita o quanto rápido você
pode correr. Uma melhora de 2% na economia de corrida se traduz em uma
elevação de 2% na velocidade da corrida, o que representa uma melhora de 48
segundos para uma corredor de 40 minutos nos 10 km!
Sejam Bem Vindos!!!
E ai galera, estamos abrindo esse espaço para levar até vocês internautas informações e também esclarecer algumas dúvidas a respeito da relação do treinamento resistido, também conhecido como musculação e os mais diversos esportes.
Convidamos vocês a nos acompanhar frequentemente!!!
Convidamos vocês a nos acompanhar frequentemente!!!
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
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